Tumor de pele na face
Quando uma cirurgia inadequada transforma um tumor tratável em um caso de alta complexidade
Um caso real operado pela Dra. Christiana Vanni: planejamento cirúrgico virtual 3D com biomodelos e guias personalizados, reconstrução mandibular com retalho microvascularizado de fíbula e restauração da dignidade de um paciente
* Nome do paciente alterado para preservar sua privacidade. O caso é apresentado com autorização e documentação real.
Existe uma diferença fundamental entre tratar um tumor de pele na face e tratá-lo corretamente. Quando o diagnóstico chega tarde, quando a ressecção não é realizada com margens adequadas ou quando o caso é conduzido em um local sem estrutura hospitalar compatível com a complexidade necessária ou profissional mal preparado, o que poderia ter sido tratado com menor impacto pode se transformar em um desafio reconstrutivo de altíssima complexidade. Foi exatamente o que aconteceu com o paciente cujo caso é apresentado neste texto.
Trata-se de um homem idoso que chegou ao consultório da Dra. Christiana Vanni com um quadro de grande complexidade, marcado por uma evolução oncológica desfavorável após tratamento prévio de um tumor de pele avançado na face. A doença apresentava comprometimento extenso da região mandibular, com importante perda estrutural óssea, distorção da anatomia facial e impacto em funções essenciais, como mastigação, fala e deglutição.
Ao olhar para esse paciente, qualquer profissional experiente em oncologia de cabeça e pescoço compreende imediatamente o peso daquele momento. Não se trata apenas de uma cirurgia difícil. Trata-se de devolver a um ser humano o rosto que lhe foi tomado, não pelo câncer em si, mas pela ausência de um planejamento adequado.

Vista frontal pré-operatória: deformidade facial grave com perda de suporte ósseo mandibular e colapso da região inferior da face, sequela de cirurgia oncológica inadequada realizada anteriormente

Vista lateral pré-operatória: assimetria facial severa, cicatrizes de procedimentos anteriores e comprometimento da oclusão oral evidenciam a gravidade do caso ao chegar para avaliação com a Dra. Christiana Vanni
O sofrimento invisível de quem enfrenta um tumor de pele com deformidade facial
A boca não fechava corretamente. A fala estava prejudicada. A alimentação era um desafio diário. E, talvez o mais silencioso de todos os danos, a autoestima e a dignidade daquele homem encontravam-se profundamente abaladas. Não se tratava apenas de uma deformidade facial: tratava-se do comprometimento funcional e emocional de um ser humano que havia enfrentado o diagnóstico de câncer de pele e passado por mais de 30 cirurgias prévias, sem que a situação fosse efetivamente resolvida.
É nesse contexto que a escolha do cirurgião de cabeça e pescoço, do tratamento adequado e de uma estrutura preparada faz toda a diferença entre uma vida comprometida e a possibilidade real de recuperação. Normalmente, quando a conduta terapêutica é bem indicada e planejada desde o início, o tratamento pode ser mais resolutivo, reduzindo a necessidade de múltiplas intervenções corretivas.
Tomografia computadorizada 3D: mapeando a extensão real da destruição óssea mandibular
Antes de qualquer planejamento cirúrgico reconstrutivo, era preciso entender com precisão milimétrica o que havia sobrado da mandíbula daquele paciente. Para isso, a Dra. Christiana Vanni utilizou tomografia computadorizada com reconstrução volumétrica tridimensional (TC com reconstrução VRT), tecnologia que permite visualizar em detalhe toda a estrutura óssea craniofacial. As imagens evidenciaram o que as fotos clínicas já apontavam, agora com dados objetivos e mensuráveis.
A destruição mandibular era extensa: fragmentação óssea, perda total de continuidade estrutural e comprometimento que inviabilizava qualquer abordagem simples. A mandíbula, única estrutura móvel do crânio e responsável pela mastigação, fala e deglutição, havia sido gravemente comprometida. Esses dados foram a matéria-prima fundamental para o planejamento cirúrgico virtual que viria a seguir.

TC 3D - vista lateral direita: terceira angulação confirmando a extensão bilateral da destruição. O conjunto das três vistas foi essencial para o planejamento cirúrgico virtual tridimensional realizado pela VSLab - Dr. Flavio Ferraz em parceria com a Dra. Christiana Vanni

Tomografia computadorizada com reconstrução 3D - vista frontal: as manchas escuras na região mandibular revelam a destruição óssea extensa causada pelo tumor de pele e agravada pela cirurgia anterior inadequada. A irregularidade e fragmentação da mandíbula são visíveis em toda a sua extensão

TC 3D - vista lateral esquerda: o deslocamento mandibular e a perda de continuidade óssea ficam ainda mais evidentes nesta angulação. O tumor comprometeu a estrutura óssea de forma difusa, impossibilitando qualquer abordagem cirúrgica sem planejamento virtual preciso
Planejamento cirúrgico virtual 3D: a engenharia por trás da reconstrução mandibular com fíbula
Não é possível reconstruir uma mandíbula destruída por tumor de pele sem um planejamento preciso. Cada ângulo de corte importa. Cada segmento ósseo tem uma função específica na reformação da arcada. Foi com essa compreensão que a Dra. Christiana Vanni conduziu o pré-operatório em parceria com a VSLab - Planejamento Cirúrgico Virtual em parceria com o Dr. Flavio Ferraz: um mapeamento tridimensional completo do crânio que gerou todas as ferramentas necessárias para executar a cirurgia com máxima previsibilidade e mínima margem de erro.

VSLab - Ressecção planejada: área de mandíbula a ser removida (em laranja) demarcada em três vistas do modelo 3D do crânio. O planejamento define com precisão as margens oncológicas antes da cirurgia. Planejamento VSLAB 26.0101.03.05 | Cirurgião: Dra. Christiana Vanni e Equipe
Margens oncológicas precisas: como o planejamento 3D define onde e como cortar a mandíbula
O primeiro produto do planejamento foi a definição exata da região de corte mandibular. Com base na tomografia 3D e na análise das margens tumorais, a VSLab gerou um modelo tridimensional com a área de ressecção demarcada, identificando cada ponto de osteotomia com precisão submilimétrica. As medidas foram definidas em ponto E: 11,59 mm e ponto F: 28,52 mm, garantindo margens oncologicamente seguras sem comprometer estruturas adjacentes preservadas.

VSLab - Região de corte mandibular: os pontos de osteotomia E (11,59 mm) e F (28,52 mm) demarcados nas vistas frontal e lateral do modelo 3D, com o isolado do segmento ósseo a ser removido ao centro. Esses dados orientam com exatidão os cortes realizados em campo cirúrgico
Retalho microvascularizado de fíbula: por que o osso da própria perna é o padrão ouro da reconstrução mandibular
A escolha foi o retalho microvascularizado de fíbula (osso da perna), o padrão ouro para reconstruções mandibulares extensas. O procedimento foi realizado pelo Dr. Thadeu Rangel, com quatro segmentos da fíbula esquerda do próprio paciente foram planejados com comprimentos precisamente calculados para reconstituir a arcada mandibular: segmento distal de 30,9 mm, segmento medial distal de 55,3 mm, segmento medial proximal de 31,1 mm e segmento proximal de 45,7 mm. O uso de osso do próprio paciente elimina o risco de rejeição e garante integração biológica permanente ao organismo.

VSLab - Reconstrução planejada: os quatro segmentos da fíbula (em cores distintas) posicionados virtualmente no lugar da mandíbula destruída, com as medidas exatas de cada corte. A correspondência entre distal e proximal garante que a reconstrução reproduza a anatomia original do paciente
Biomodelos anatômicos e guias de corte personalizados: como a impressão 3D aumenta a precisão cirúrgica
O diferencial tecnológico deste planejamento foi a produção, por manufatura aditiva (impressão 3D), de biomodelos anatômicos físicos e guias de corte e posicionamento personalizados fabricados especificamente para a anatomia deste paciente. Nenhum desses dispositivos pode ser reutilizado em outro indivíduo: são ferramentas cirúrgicas desenvolvidas exclusivamente para este caso.
Função dos biomodelos anatômicos: planejamento cirúrgico tridimensional; simulação pré-operatória; adaptação prévia das placas de reconstrução; e conferência anatômica do planejamento. Função dos guias personalizados: transferência das osteotomias planejadas para o ambiente cirúrgico real; auxílio ao posicionamento dos segmentos ósseos da fíbula; e garantia de reprodutibilidade do planejamento virtual durante a execução da cirurgia.

VSLab - Guia de corte da fíbula esquerda: dispositivo personalizado (em verde) posicionado sobre o modelo 3D da fíbula, com 11 pontos de fixação numerados e sistema 2.4. O guia orienta com precisão submilimétrica cada osteotomia da fíbula durante a cirurgia, correspondendo ao guia de posicionamento mandibular

VSLab - Guia de posicionamento e montagem mandibular: os segmentos da fíbula (em cores) encaixados na estrutura do guia, demonstrando como o osso da perna será montado na mandíbula. A correspondência entre o guia de corte da fíbula e os guias de corte mandibulares garante a perfeita integração das peças

VSLab - Guia de montagem mandibular em vista axial e frontal: a arquitetura completa da nova mandíbula que será implantada. A estrutura do guia orienta o posicionamento de cada segmento da fíbula com precisão anatômica, reproduzindo fielmente o planejamento virtual
Os biomodelos e guias foram esterilizados conforme protocolo institucional, com possibilidade de uso de sistemas em baixa temperatura como plasma de peróxido de hidrogênio (STERRAD) e óxido de etileno (ETO). Todo o fluxo digital de segmentação anatômica, planejamento cirúrgico virtual e manufatura aditiva foi realizado pela VSLab, com aprovação final da equipe cirúrgica liderada pela Dra. Christiana Vanni.
A cirurgia: ressecção oncológica e reconstrução mandibular em tempo único
Com o planejamento aprovado, o paciente foi encaminhado para o centro cirúrgico. A cirurgia oncológica reconstrutora foi conduzida pela Dra. Christiana Vanni e equipe altamente qualificada e multidisciplinar em um procedimento de altíssima complexidade que uniu, em um mesmo ato operatório, a ressecção tumoral com margens oncologicamente seguras e a reconstrução imediata da mandíbula e implantes dentários. Operar em tempo único evita uma segunda cirurgia de grande porte, reduz o tempo de recuperação e permite que a reconstrução seja feita sobre um campo ainda não comprometido por cicatrizes adicionais.
Dra. Christiana Vanni e Dr Sergio Gonçalves equipe em campo cirúrgico: o uso de lupas de amplificação microcirúrgica e instrumental especializado é imprescindível para as anastomoses vasculares de alta precisão realizadas neste caso, uso de microscópio

Dra. Christiana Vanni e Dr Sergio Gonçalves equipe em campo cirúrgico: o uso de lupas de amplificação microcirúrgica e instrumental especializado é imprescindível para as anastomoses vasculares de alta precisão realizadas neste caso, uso de microscópio

Dra. Christiana Vanni durante a cirurgia: a concentração e o rigor técnico exigidos na anastomose dos vasos do retalho de fíbula são visíveis neste registro intraoperatório
Da ressecção à anastomose microvascular: o que acontece dentro do centro cirúrgico
A primeira etapa foi a ressecção da mandíbula comprometida junto ao tumor, com margens oncologicamente seguras. Os guias de corte personalizados orientaram exatamente onde os cortes seriam realizados, reproduzindo em campo cirúrgico real o que havia sido definido no ambiente virtual. Enquanto uma parte da equipe realizava a ressecção, outra trabalhava simultaneamente na perna esquerda do paciente, coletando o retalho microvascularizado de fíbula. Essa abordagem em duas frentes simultâneas só é possível quando o planejamento é preciso o suficiente, e reduz significativamente o tempo total de cirurgia.

Peça cirúrgica ressecada: a mandíbula destruída e o tumor removidos em bloco, com os tecidos moles comprometidos. A extensão da ressecção evidencia a gravidade do caso e a necessidade de um planejamento 3D preciso para definir as margens corretas

Retalho microvascularizado de fíbula preparado: o componente ósseo (ao centro) com a placa de reconstrução pré-moldada e a ilha de pele da própria perna do paciente (à direita) prontos para transplante. A placa foi modelada sobre o biomodelo anatômico no pré-operatório
Com a ressecção concluída e o retalho preparado, iniciou-se a etapa mais delicada: a anastomose microvascular, realizada pelo Dr. Thadeu Rangel. Anastomose é a conexão cirúrgica de vasos sanguíneos, realizada com fios extremamente finos sob microscópio, restabelecendo o fluxo sanguíneo para o tecido transplantado. Sem essa conexão, o tecido não sobrevive. Com ela, o retalho integra-se permanentemente ao corpo do paciente, tornando-se biologicamente parte de sua própria anatomia - sem risco de rejeição.

Campo cirúrgico após ressecção: a extensão do defeito mandibular e da região cervical dissecada evidencia a complexidade da reconstrução. Os vasos cervicais são identificados e preparados para receber a anastomose microvascular com o pedículo do retalho de fíbula

Fixação da placa de reconstrução: o segmento ósseo da fíbula e a placa metálica posicionados e fixados na mandíbula, reproduzindo o planejamento virtual 3D com precisão. A placa havia sido pré-moldada sobre o biomodelo anatômico, reduzindo o tempo intraoperatório e aumentando a previsibilidade do resultado
Reconstrução mandibular concluída: o resultado de horas de cirurgia e meses de planejamento
Ao final de uma cirurgia que exigiu horas de trabalho de equipe multiprofissional altamente especializada, o paciente saiu do centro cirúrgico com uma mandíbula reconstruída, os tecidos moles reposicionados e a ferida cirúrgica fechada com outro retalho de tecido do próprio paciente. A imagem do pós-operatório imediato já revela a nova configuração facial, com o retalho de pele bem posicionado e as suturas indicando que a reconstrução foi concluída dentro do planejamento.

A nova estrutura mandibular, construída com osso da própria fíbula do paciente, já montada na face do paciente com implantes dentários.

Pós-operatório imediato: o retalho de partes moles posicionado e as suturas evidenciam a reconstrução concluída em tempo único. A nova estrutura mandibular, construída com osso da própria fíbula do paciente, já confere suporte anatômico à região inferior da face
A recuperação exige acompanhamento multidisciplinar. Nos primeiros dias, o paciente permanece em UTI para monitoramento do retalho microvascularizado, com verificação periódica do fluxo sanguíneo no tecido transplantado. Ao longo das semanas seguintes, a integração consolida-se e o paciente progride na reabilitação funcional. A literatura científica é consistente em apontar o retalho livre de fíbula como padrão ouro para defeitos mandibulares extensos: combina volume ósseo adequado, vascularização própria, componente cutâneo e baixa morbidade do sítio doador. O paciente retoma a marcha normalmente após a recuperação da coleta da fíbula, sem sequelas permanentes na perna.

Pós Cirúrgico (15 Dias)

Pós Cirúrgico
Por que o planejamento cirúrgico adequado salva vidas e preserva a qualidade de vida
Este caso ilustra o que separa uma cirurgia oncológica bem conduzida de uma abordagem inadequada. Não se trata apenas de técnica cirúrgica. Trata-se de planejamento, de tecnologia a serviço do paciente, de uma equipe que entende que cada caso é único e exige uma solução totalmente personalizada.
O planejamento cirúrgico não é luxo restrito a grandes centros internacionais. É uma realidade disponível no Brasil, adotada pela Dra. Christiana Vanni como padrão em casos complexos. A utilização de biomodelos anatômicos e guias de corte personalizados contribui para maior previsibilidade cirúrgica, melhor reprodução do planejamento, otimização do posicionamento dos segmentos ósseos reconstruídos e potencial redução do tempo operatório e falhas - benefícios amplamente descritos pela literatura científica especializada.
Carcinoma espinocelular com invasão óssea: quando a segunda opinião muda o prognóstico
O carcinoma espinocelular, um dos tipos mais frequentes de tumor de pele, pode invadir estruturas mais profundas quando não tratado adequadamente, incluindo músculos, nervos e ossos. Na região da face e do pescoço, esse comportamento invasivo pode levar ao comprometimento da mandíbula e de outras estruturas ósseas craniofaciais. Fatores de risco incluem exposição solar acumulada, pele clara, imunossupressão e lesões precursoras como a queratose actínica. Quando o tratamento inicial não garante margens adequadas, o tumor pode recidivar e progredir - exigindo cirurgias de reconstrução de altíssima complexidade que poderiam ter sido evitadas. Por isso, buscar uma segunda opinião especializada ao receber um diagnóstico de tumor de pele na face pode mudar completamente o desfecho clínico.
Especialista em tumor de pele na face e reconstrução mandibular em São Paulo
A Dra. Christiana Vanni é especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, doutora pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com vasta experiência no tratamento de tumores complexos da região craniofacial e cervical. Ao longo de sua trajetória, a Dra. Christiana consolidou um serviço que une o rigor oncológico ao refinamento reconstrutivo, com domínio das técnicas mais avançadas de microcirurgia e planejamento cirúrgico virtual 3D. O caso apresentado neste artigo exemplifica não apenas a capacidade técnica da Dra. Christiana e sua equipe, mas o compromisso genuíno com cada paciente como indivíduo - com toda a sua história, o seu sofrimento e o seu direito a uma vida com mais saúde, mais função, mais estética e mais dignidade.
Se você ou um familiar recebeu o diagnóstico de tumor de pele na face, se já realizou uma cirurgia e tem dúvidas sobre o resultado, ou busca uma segunda opinião especializada para um caso complexo envolvendo mandíbula, maxila ou qualquer estrutura da cabeça e pescoço, a Dra. Christiana Vanni está disponível para avaliação com a atenção e a expertise que o seu caso merece. A Dra. Christiana atende presencialmente em São Paulo - SP e de forma online para todo o Brasil e exterior.
Não espere o problema se agravar: uma avaliação precoce com uma especialista experiente pode mudar completamente o desfecho do seu tratamento.
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Texto escrito por:
Dra. Christiana VanniMédica Especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço
CRM/SP 120.060 - RQE 31.305
A Dra. Christiana Vanni é Médica Cabeça e Pescoço especialista em cirurgia e tratamentos oncológicos pela FMABC, pós graduada em Cirurgia Robótica de Cabeça e Pescoço pelo Hospital Israelita Albert Einstein, possui título de Doutorado pela FMUSP.
Cirurgia Robótica, Reconstrução e Tratamentos Oncológicos
Excelência em diagnósticos e tratamentos precisos, com técnicas cirúrgicas modernas e tecnologia de ponta.
Atendimento particular nos consultórios da Vila Mariana e Itaim Bibi e também na modalidade on-line, para pacientes em todo o Brasil e exterior. Credenciada nos melhores hospitais de São Paulo/SP, com ampla atuação na cidade.
Perfil: Conheça a Dra. Christiana Vanni
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